Entrevistas

#EuSouConfluente: Adriana Netto

“Se você quer começar a doar, faça parte de uma rede séria, com bom histórico e boa curadoria”                                                                   

Chegou a hora de conhecermos mais uma das pessoas que fazem o Confluentes acontecer: Adriana Netto, uma especialista na arte do fortalecimento emocional do ser humano. Psicoterapeuta e coach especializada em fortalecimento emocional, com foco em herdeiros e executivos, é professora convidada da Fundação Dom Cabral e do Insper. Graduada em Psicologia e certificada em Coaching, foi condecorada pela Academia Europeia de Alta Gestão como Executiva de Honra em 2019. Adriana é ainda autora e coautora de livros, como Coaching – Pessoas ao encontro de si mesmas e Segredos do sucesso – Da teoria ao topo: Histórias de executivos de alta gestão.

Em poucas palavras: quem é você?
Uma apaixonada pela vida e pelas pessoas.

Como você chegou ao Confluentes?
Por uma grande amiga, a Duda Alcântara.

O que é filantropia para você?
Um ato de cidadania através de recursos financeiros.

Por que doar?
Porque somos corresponsáveis pelo que acontece ao nosso redor e, consequentemente, temos a responsabilidade de buscar soluções para os problemas existentes.

Que causas você considera mais urgentes?
O meio ambiente é central, porque o planeta corre risco de colapsar. Também precisamos olhar mais para a saúde mental, pois hoje há um número alarmantes de pessoas com patologias psíquicas e em processos de burnout.

Antes de se tornar confluente, você já teve alguma outra experiência de engajamento social?
Sou mentora e conselheira ativa em diversas frentes de engajamento social, auxiliando ativistas, redes de impacto como o Nexus Global no Brasil e contribuindo financeiramente com projetos sociais, além de participar ativamente do Women’s Forum for Economy and Society.

O que mudou em sua vida desde que você se tornou confluente?
Uma experiência marcante foi participar do encontro presencial com Ilona Szabó na casa da Inês Lafer. Mesmo sendo professora da Fundação Dom Cabral e do Insper, havia muito tempo que não interagia com um grupo tão diversificado, tanto intelectualmente quanto em sua qualidade humana. 

O que você diria para alguém que está pensando em começar a doar e a se engajar socialmente, mas não sabe bem como começar?
Faça parte de uma rede séria, com um bom histórico e uma boa curadoria – como o Confluentes.

Como é o Brasil dos seus sonhos?
Um país com moradia, educação, segurança e saúde física e emocional para todos. 

Ser confluente é…
… entre outras coisa, uma forma de alimentar a alma!

Você leu recentemente algum livro ou assistiu a algum filme ou série que gostaria de recomendar aos outros confluentes e parceiros?
O homem à procura de si mesmo, de Rollo May, que já li e reli. É um clássico da psicologia que permanece atual.

Pensata

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