Uma viagem a Salvador com a rede Confluentes

Encontros, Eventos

Entre 10 e 12 de abril, o Confluentes reuniu sua rede em Salvador com o objetivo de conhecer de perto as organizações apoiadas. No fim, foi muito mais.

O grupo visitou o Museu Afro-Brasileiro, tocou percussão no Olodum e percorreu o centro histórico da capital baiana acompanhado por uma historiadora que, ao longo do trajeto, ajudava a ler a cidade a partir de suas camadas. 

Mas a essência do fim de semana esteve nos encontros. Com o Aláfia Lab, laboratório de pesquisa sobre desinformação e direitos digitais, a conversa girou em torno dos mecanismos da desinformação – sua circulação, seus efeitos e os riscos da ausência de regulação.

Na Odearte, que atua com arte e formação de jovens em situação de vulnerabilidade, o contato com as iniciativas em curso evidenciou a força das lideranças locais, em um contexto atravessado por uma perda recente: uma das mulheres do coletivo Cabuleiras, apoiado pela organização, havia sido assassinada na noite anterior à visita.

Já com o Odara, dedicado à defesa dos direitos e da autonomia das mulheres negras, os relatos de mulheres à frente de projetos em seus territórios e de pessoas apoiadas pela organização deram dimensão concreta ao impacto do trabalho.

Ao final, ficou a sensação de ter acessado uma camada do Brasil pouco visível a quem está distante desses contextos. E logo começaram a surgir desdobramentos: um confluente se ofereceuuma oferta para apoiar o coletivo Cabuleiras na estruturação de uma cooperativa; outros se aproximaram do Odara.

Como costuma acontecer no Confluentes, tudo parte do encontro, da escuta e da convivência. Conhecer quem está na linha de frente e permitir que essa realidade se imponha transforma a relação com a causa e com o Brasil como um todo.

Se você quer fazer parte dos próximos encontros e viagens, venha ser confluente: confluentes.org.br.

 

Uma viagem a Salvador com a rede Confluentes

Encontros, Eventos

Entre 10 e 12 de abril, o Confluentes reuniu sua rede em Salvador com o objetivo de conhecer de perto as organizações apoiadas. No fim, foi muito mais.

O grupo visitou o Museu Afro-Brasileiro, tocou percussão no Olodum e percorreu o centro histórico da capital baiana acompanhado por uma historiadora que, ao longo do trajeto, ajudava a ler a cidade a partir de suas camadas. 

Mas a essência do fim de semana esteve nos encontros. Com o Aláfia Lab, laboratório de pesquisa sobre desinformação e direitos digitais, a conversa girou em torno dos mecanismos da desinformação – sua circulação, seus efeitos e os riscos da ausência de regulação.

Na Odearte, que atua com arte e formação de jovens em situação de vulnerabilidade, o contato com as iniciativas em curso evidenciou a força das lideranças locais, em um contexto atravessado por uma perda recente: uma das mulheres do coletivo Cabuleiras, apoiado pela organização, havia sido assassinada na noite anterior à visita.

Já com o Odara, dedicado à defesa dos direitos e da autonomia das mulheres negras, os relatos de mulheres à frente de projetos em seus territórios e de pessoas apoiadas pela organização deram dimensão concreta ao impacto do trabalho.

Ao final, ficou a sensação de ter acessado uma camada do Brasil pouco visível a quem está distante desses contextos. E logo começaram a surgir desdobramentos: um confluente se ofereceuuma oferta para apoiar o coletivo Cabuleiras na estruturação de uma cooperativa; outros se aproximaram do Odara.

Como costuma acontecer no Confluentes, tudo parte do encontro, da escuta e da convivência. Conhecer quem está na linha de frente e permitir que essa realidade se imponha transforma a relação com a causa e com o Brasil como um todo.

Se você quer fazer parte dos próximos encontros e viagens, venha ser confluente: confluentes.org.br.