Jornalismo como serviço público essencial

Eventos

Encontro do Confluentes com Natália Viana

“Jornalismo forte é pilar da democracia.” Foi com essa convicção que o Confluentes reuniu, dia 25 de junho de 2025, sua rede para um encontro com Natália Viana, jornalista e fundadora da Agência Pública. Há mais de 15 anos, a Pública se consolidou como a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do país, aliando rigor, independência e defesa dos direitos humanos.

Natália compartilhou a motivação que move sua trajetória. “Desde o início, o jornalismo que faz sentido para mim é o que conta a realidade das pessoas pobres do nosso país, e, sobretudo, as violações de direitos humanos. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo e um jornalista que não está se dedicando a isso está perdendo tempo”, afirmou.

Para ela, o papel do jornalismo está em transformação, mas permanece indispensável. “O jornalismo mudou de lugar. Ele já não decide sozinho o que é verdade ou mentira, mas cumpre outras funções: ser um serviço informacional básico em momentos de emergência, criar comunidade e investigar os poderosos. Essas três funções não vão morrer”, disse.

A Pública nasceu com esse espírito. “Nós éramos jornalistas de sola de sapato, investigando violações de direitos humanos. Lançamos uma agência que faz investigações profundas e distribui gratuitamente, como serviço público. Hoje somos referência e também o lugar onde jornalistas recorrem quando não conseguem publicar em seus veículos”, contou Natália.

O encontro também trouxe provocações sobre o futuro do jornalismo diante dos desafios da regulação das big techs, das apostas online e da desinformação. Questões centrais para quem defende informação livre, responsável e comprometida com o interesse público.

Mais uma vez, o Confluentes reafirma sua missão: ser espaço de escuta e construção coletiva, onde diferentes vozes se encontram para refletir sobre os caminhos da democracia no Brasil.

Jornalismo como serviço público essencial

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Encontro do Confluentes com Natália Viana

“Jornalismo forte é pilar da democracia.” Foi com essa convicção que o Confluentes reuniu, dia 25 de junho de 2025, sua rede para um encontro com Natália Viana, jornalista e fundadora da Agência Pública. Há mais de 15 anos, a Pública se consolidou como a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do país, aliando rigor, independência e defesa dos direitos humanos.

Natália compartilhou a motivação que move sua trajetória. “Desde o início, o jornalismo que faz sentido para mim é o que conta a realidade das pessoas pobres do nosso país, e, sobretudo, as violações de direitos humanos. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo e um jornalista que não está se dedicando a isso está perdendo tempo”, afirmou.

Para ela, o papel do jornalismo está em transformação, mas permanece indispensável. “O jornalismo mudou de lugar. Ele já não decide sozinho o que é verdade ou mentira, mas cumpre outras funções: ser um serviço informacional básico em momentos de emergência, criar comunidade e investigar os poderosos. Essas três funções não vão morrer”, disse.

A Pública nasceu com esse espírito. “Nós éramos jornalistas de sola de sapato, investigando violações de direitos humanos. Lançamos uma agência que faz investigações profundas e distribui gratuitamente, como serviço público. Hoje somos referência e também o lugar onde jornalistas recorrem quando não conseguem publicar em seus veículos”, contou Natália.

O encontro também trouxe provocações sobre o futuro do jornalismo diante dos desafios da regulação das big techs, das apostas online e da desinformação. Questões centrais para quem defende informação livre, responsável e comprometida com o interesse público.

Mais uma vez, o Confluentes reafirma sua missão: ser espaço de escuta e construção coletiva, onde diferentes vozes se encontram para refletir sobre os caminhos da democracia no Brasil.