Confluentes debate os desafios da desinformação e o papel da sociedade civil

Eventos

Encontro com Estela Aranha e Guilherme Amado

O Confluentes reuniu em Brasília, dia 27 de março de 2025, a assessora para assuntos digitais da Presidência, Estela Aranha, e o jornalista e fundador do Redes Cordiais, Guilherme Amado, para um debate urgente. Como enfrentar a desinformação em um cenário de eleições municipais e disputas narrativas cada vez mais intensas?

Estela foi enfática ao rejeitar a ideia de que qualquer medida de regulação das plataformas digitais se confunde com censura. “Liberdade de expressão não é licença para as plataformas ignorarem a lei. Chamar de censura é distorcer o debate”, disse.

Segundo ela, normalizar abusos em nome de uma falsa liberdade de expressão representa um risco grave para a democracia. O desafio está em garantir regras claras e eficazes para as big techs sem cair nas armadilhas discursivas construídas por elas próprias.

O debate também reforçou a responsabilidade da sociedade civil diante das manipulações algorítmicas que alimentam ódio e desinformação. A atuação cidadã, destacou-se no encontro, é fundamental para assegurar que a democracia brasileira não se torne refém de interesses corporativos ou campanhas de desinformação.

Ao abrir espaço para essa troca, o Confluentes reafirmou sua missão: ser um espaço de escuta, articulação e mobilização em torno de causas que impactam diretamente a vida democrática do país.

Confluentes debate os desafios da desinformação e o papel da sociedade civil

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Encontro com Estela Aranha e Guilherme Amado

O Confluentes reuniu em Brasília, dia 27 de março de 2025, a assessora para assuntos digitais da Presidência, Estela Aranha, e o jornalista e fundador do Redes Cordiais, Guilherme Amado, para um debate urgente. Como enfrentar a desinformação em um cenário de eleições municipais e disputas narrativas cada vez mais intensas?

Estela foi enfática ao rejeitar a ideia de que qualquer medida de regulação das plataformas digitais se confunde com censura. “Liberdade de expressão não é licença para as plataformas ignorarem a lei. Chamar de censura é distorcer o debate”, disse.

Segundo ela, normalizar abusos em nome de uma falsa liberdade de expressão representa um risco grave para a democracia. O desafio está em garantir regras claras e eficazes para as big techs sem cair nas armadilhas discursivas construídas por elas próprias.

O debate também reforçou a responsabilidade da sociedade civil diante das manipulações algorítmicas que alimentam ódio e desinformação. A atuação cidadã, destacou-se no encontro, é fundamental para assegurar que a democracia brasileira não se torne refém de interesses corporativos ou campanhas de desinformação.

Ao abrir espaço para essa troca, o Confluentes reafirmou sua missão: ser um espaço de escuta, articulação e mobilização em torno de causas que impactam diretamente a vida democrática do país.