Encontro com Fernando Luiz Abrucio: O que está em jogo em 2026

Eventos, Sem categoria

Em ano eleitoral, entender o Brasil é um ato de responsabilidade. Com esse espírito, o Confluentes reuniu sua rede para uma conversa com Fernando Luiz Abrucio, doutor em Ciência Política pela USP, professor e pesquisador da FGV-SP, colunista do Valor Econômico e da GloboNews e uma das maiores referências nacionais em administração pública e democracia.

A conversa percorreu polarização e o que ela esconde, o crime organizado como questão estrutural, a diferença entre conservadores e reacionários — uma distinção que raramente aparece no debate público — e o que está em jogo em 2026 para além da disputa presidencial.

Um dos pontos centrais da noite foi a relação entre democracia e políticas públicas. Para Abrucio, defender a democracia vai além de ser contra o autoritarismo. Significa garantir que conquistas essenciais em saúde, educação e meio ambiente não retrocedam. E isso começa antes das eleições.

Depois da fala principal, os integrantes da rede ampliaram o diálogo trazendo temas como crime organizado, papel da imprensa, Congresso e sociedade civil, entre outros. Ao fim da noite, a sensação era a de ter saído com mais perguntas do que respostas — que é, afinal, o que se espera de uma conversa honesta sobre o Brasil. E também de gratidão por fazer parte de uma rede disposta a tê-la.

O Confluentes existe para criar esses espaços: onde as perguntas difíceis podem ser feitas, onde o país pode ser pensado com profundidade e onde a busca por respostas é uma tarefa coletiva.

Junte-se a nós e participe dos próximos encontros.

Encontro com Fernando Luiz Abrucio: O que está em jogo em 2026

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Em ano eleitoral, entender o Brasil é um ato de responsabilidade. Com esse espírito, o Confluentes reuniu sua rede para uma conversa com Fernando Luiz Abrucio, doutor em Ciência Política pela USP, professor e pesquisador da FGV-SP, colunista do Valor Econômico e da GloboNews e uma das maiores referências nacionais em administração pública e democracia.

A conversa percorreu polarização e o que ela esconde, o crime organizado como questão estrutural, a diferença entre conservadores e reacionários — uma distinção que raramente aparece no debate público — e o que está em jogo em 2026 para além da disputa presidencial.

Um dos pontos centrais da noite foi a relação entre democracia e políticas públicas. Para Abrucio, defender a democracia vai além de ser contra o autoritarismo. Significa garantir que conquistas essenciais em saúde, educação e meio ambiente não retrocedam. E isso começa antes das eleições.

Depois da fala principal, os integrantes da rede ampliaram o diálogo trazendo temas como crime organizado, papel da imprensa, Congresso e sociedade civil, entre outros. Ao fim da noite, a sensação era a de ter saído com mais perguntas do que respostas — que é, afinal, o que se espera de uma conversa honesta sobre o Brasil. E também de gratidão por fazer parte de uma rede disposta a tê-la.

O Confluentes existe para criar esses espaços: onde as perguntas difíceis podem ser feitas, onde o país pode ser pensado com profundidade e onde a busca por respostas é uma tarefa coletiva.

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